Após empate eleitoral, cidade dos EUA decide futuro vereador nas cartas

Do UOL Tabloide Em São Paulo

O editor do UOL Tabloide sempre admirou o sistema eleitoral das grandes democracias ocidentais. Aqui temos mais um grande exemplo de vontade do povo traduzida na escolha de seus governantes:

  • Joshua Lott/The New York Times


Acima podemos ver o juiz George Preston, ao centro, embaralhando um maço de cartas diante de Thomas McGuire, à esquerda, e Adam Trenk, à direita. O objetivo do jogo era nada mais, nada menos do que determinar qual dos dois seria um futuro membro da Câmara dos Vereadores da cidade de Cave Creek, Arizona, EUA.

O impasse aconteceu depois que os dois receberam 660 votos cada um. O empate perfeito foi mantido após uma recontagem. Foi quando o juiz local decidiu resolver a parada nas cartas.

O baralho foi misturado seis vezes, sem os coringas. McGuire, 64, um professor de Ciências aposentado, tirou um seis de copas. Em seguida, Trenk, 25, estudante de Direito, pegou um rei de copas -- e recebeu os gritos da plateia e a vaga na câmara.

A história saiu no prestigioso jornal The New York Times, que atribuiu o modelo de decisão eleitoral a uma recaída às antigas tradições de faroeste desta cidade do Arizona.

E a decisão foi plenamente legal. A Constituição do Estado permite que um jogo de azar seja utilizado para superar o impasse, e os dois candidatos concordaram em tirar o destino nas cartas. Uma outra maneira, já utilizada, seria submeter os dois a um duelo. Ganharia o mais rápido no gatilho.

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