Mulher fratura o pescoço após espirrar. E se machuca de novo com gargalhada

Colaboração para o UOL

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    Monique Jeffrey fraturou o pescoço duas vezes em situações inusitadas

    Monique Jeffrey fraturou o pescoço duas vezes em situações inusitadas

Era uma manhã comum em 2012 quando um espirro mudou a  vida da australiana Monique Jeffrey: seu pescoço deu um solavanco e o queixo foi parar no ombro, impedindo seus movimentos e causando muita dor. Suas vértebras C1 e C2 haviam sido fraturadas, algo absolutamente incomum em se tratando de um espirro.

Monique estava em casa para cuidar da filha recém-nascida, e conseguiu enviar uma mensagem para o marido, que estava trabalhando, para pedir ajuda. Após ser levada ao hospital, ela passou mais de três meses usando uma espécie de auréola para imobilizar o pescoço e ajudar as vértebras a se realinharem. Foi um processo de recuperação longo, mas tudo estava bem.

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Monique pode ter de operar para não sofrer novas fraturas

No entanto, em maio um torcicolo fez com que os colegas de trabalho e Denise brincassem dizendo que aconteceria mais uma vez. Dito e feito! Ao rir de uma piada, ela sentiu o pescoço travar novamente. A dor familiar fez com que ela pedisse para ser levada ao hospital imediatamente, e os exames apontaram a mesma lesão.

A mulher, que trabalha como gerente em um hotel em Melbourne, voltou a precisar da imobilização.

Ela precisa dormir sentada em uma cama especial e movimentos simples, como subir uma escada, a deixam muito cansada. "Tive dois filhos, mas ter de usar isto incomoda mais que a dor do parto", contou ao site australiano News.com.au.

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Mesmo com os problemas, ela mostra nas fotos que não perdeu o bom humor

 

A irmã de Monique criou um financiamento coletivo com objetivo de levantar fundos para bancar o tratamento. A meta de 8 mil dólares australianos foi batida rapidamente, e o dinheiro será usado  também para pagar contas como a escola das crianças, já que Monique não poderá  trabalhar por bastante tempo, e despesas relacionadas a viagens de parentes,  que estão se revezando para cuidar dela em Melbourne.

Monique está preparada para passar pelo menos dois meses utilizando a auréola que imobiliza o pescoço. Seus músculos estão muito fracos, e ela precisará fazer fisioterapia por algum tempo para se recuperar. Além disso, os médicos temem que a fratura possa voltar a acontecer, e já a alertaram  para a possibilidade de precisar passar por uma cirurgia delicada para "fundir"  as duas vértebras, evitando novos problemas.

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