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Após acidente com Uber, entenda as diferenças entre os carros autônomos

Tony Avelar - 13.mai.2015/AP
Imagem: Tony Avelar - 13.mai.2015/AP

Márcio Padrão

Do UOL, em São Paulo

01/04/2018 04h00

Carros autônomos são um sonho distante de filme para muitos de nós, mas eles estão por aí já faz algum tempo. Como toda nova tecnologia, o acesso a eles ainda é inicialmente bem restrito. Os custos para fabricar ou comprar um veículo desses é alto e ainda há muito a ser desenvolvido para que confiemos inteiramente até soltar o volante de vez.

Como um dos nossos repórteres atestou ao estar em um modelo desses, não apenas precisamos nos acostumar a isso, mas temos muito a percorrer. Nossas ruas estão preparadas? Como será multar um carro desses, ou culpá-lo em mortes fatais como a do Uber neste mês?

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Implicações morais à parte, podemos por ora entender como eles funcionam. A grosso modo, todos eles lidam com quatro ferramentas: inteligência artificial, câmeras, sensores e mapas. Durante o desenvolvimento, muitos testes são devidamente analisados e monitorados por olhos e ouvidos humanos.

Muitas das soluções atuais, embora confortáveis em se gabar de serem autônomas, não permitem o completo desligamento dos passageiros, pedindo algum tipo de reação humana para continuar automático. Afinal, prudência nunca é demais.

Por seu potencial de deixar o trânsito melhor, com menos veículos, o carro automático é um dos tesouros perseguidos por gigantes da tecnologia e da indústria automotiva. Veja o que as empresas andam aprontando.

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