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Em 2013, smartphones responderão pela primeira vez por metade dos celulares vendidos

Derek Sismotto/UOL
Ao contrário de celulares básicos, os smartphones têm sistema operacional e rodam aplicativos Imagem: Derek Sismotto/UOL

Do UOL, em São Paulo

2013-03-05T08:59:50

05/03/2013 08h59

Uma pesquisa da consultoria IDC indica que, em 2013, os smartphones responderão pela primeira vez por metade dos telefones celulares vendidos em todo o mundo. A partir deste ano, prevê o estudo, os aparelhos simples perderão cada vez mais mercado para os telefones inteligentes, que rodam sistemas operacionais e aplicativos.

Os motivos que levam à popularização dessas alternativas são a queda de preços, a penetração em várias camadas sociais e também a implementação de redes 4G, que oferecem conexão mais rápida aos usuários de internet móvel.

A expectativa é que os smartphones respondam por 50,1% das vendas até o final do ano, contra 41,6% do ano passado. Essa porcentagem só aumentará com o tempo, chegando a 66,4% das vendas em 2017. A previsão global de vendas é de 918,6 milhões desses aparelhos em 2013 e de 1,5 bilhão em 2017, quando eles responderão por dois terços dos telefones móveis comercializados. 

Força dos smartphones

2012 - 41,6% das vendas
2013 - 50,1% das vendas
2014 - 55,4% das vendas
2015 - 60,1% das vendas
2016 - 63,6% das vendas
2017 - 66,4% das vendas

Os mercados onde os telefones inteligentes têm mais peso são China (301,2 milhões, ou 32,8% das vendas em 2013), Estados Unidos (137,5 milhões, ou 15% das vendas em 2013), Reino Unido (35,5 milhões, ou 3,9% das vendas em 2013), Japão (35,2 milhões, ou 3,8% das vendas em 2013) e Brasil (28,9 milhões, ou 3,1% das vendas em 2013). Em 2017, no Brasil, esse número chegará a 66,3 milhões (4,4%), um crescimento de 129%.

O Brasil é apontado no estudo como um mercado onde a participação dos smartphones continuará aumentando bastante. Isso se dá por uma soma de fatores, como a isenção fiscal para aparelhos produzidos no país. “O sucesso da implantação das redes LTE [de conexão 4G] no Brasil é essencial para o crescimento do mercado”, afirma a pesquisa. 

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