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Microsoft estende suporte de antivírus para Windows XP até julho de 2015

Henny Ray Abrams/AFP
Bill Gates, cofundador da Microsoft, posa em Nova York com licença do Windows XP durante o lançamento do sistema em 25 de outubro de 2001 Imagem: Henny Ray Abrams/AFP

Do UOL, em São Paulo

2014-01-15T20:14:13

15/01/2014 20h14

Apesar de anunciar que vai aposentar o Windows XP em 8 de abril, a Microsoft informou nesta quarta-feira (15) que continuará fornecendo atualizações para a ferramenta antimalware (solução antivírus que impede a instalação de softwares maliciosos) da companhia até 14 de julho de 2015. A medida, que não muda a decisão anterior de parar de dar suporte ao XP, foi tomada para "ajudar as empresas a completarem seus processos de migração".

O anúncio, publicado em um blog oficial da Microsoft (em inglês), diz que até metade do ano que vem o Microsoft Security Essentials (para usuários domésticos) e ferramentas antimalware distribuídas para o mercado corporativo (como o System Center Endpoint Protection) receberão atualizações.

Mesmo com essa prorrogação de tempo, o post da companhia afirma que a efetividade dessas ferramentas em um sistema operacional antigo é limitada. "Rodar uma boa solução de proteção começa com o uso de um software moderno e configurações de hardware específicas para ajudar a combater ameaças diárias."

Fim do suporte ao Windows XP

A partir do dia 8 de abril, a Microsoft não vai mais corrigir falhas no Windows XP. Isso significa que se forem achados problemas em versões posteriores (como Vista, 7 ou 8) e exploradas no XP, a companhia não vai se preocupar em arrumar essas brechas.

No mercado há quase 13 anos, o Windows XP, segundo um levantamento da Netmarketshare,  é o segundo sistema operacional mais utilizado no mundo, só perdendo para o 7.

De acordo com a Microsoft, o sistema ainda é muito utilizado em empresas que fizeram aplicações específicas para o XP. No entanto, com a proximidade da aposentadoria da plataforma, a companhia de software acredita que muitos de seus clientes corporativos migrarão aos poucos para uma plataforma moderna.

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