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10/11/2005 - 17h54

Gripe aviária se propaga no nordeste da China com três novos focos

=(FOTOS)= PEQUIM, 10 nov (AFP) - A China detectou um terceiro foco de gripe das aves na província norte-oriental de Liaoning, anunciou o ministério da Agricultura nesta quinta-feira, horas depois de ter anunciado dois novos focos na mesma zona.

O foco mais recente surgiu no povoado de Beining, na localidade de Jinzhu, afirmou o ministério em seu site. Um dos outros dois anunciados antes foi detectado em outra aldeia da mesma localidade.

Segundo a mesma fonte, 300 frangos foram sacrificados por causa desse mais recente foco, descoberto no domingo passado e confirmado nesta quinta-feira como um caso de vírus H5N1.

A detecção destes focos do letal vírus H5N1 da gripe aviária na China mostra que a epizootia se estende apesar das iniciativas e pedidos governamentais para contê-la.

Agora são sete os focos detectados nas últimas três semanas na China, quatro deles na província de Liaoning (nordeste), onde precisamente foram encontrados os três mais recentes.

Em alusão aos focos registrados mais cedo, estão localizados nos povoados de Daling, perto da cidade de Jinzhu, destacou o Ministério em sua página da Internet, acrescentando que foram descobertos no domingo e confirmados na quarta-feira.

De acordo com a mesma fonte, 1.100 frangos foram sacrificados nos dois locais e outros 500 mil em um raio de três quilômetros ao redor de ambos os focos.

Na semana passada, autoridades assinalaram a descoberta de um primeiro foco na província e o Governo reconheceu na quarta-feira que tem dificuldades para controlar a epidemia de gripe aviária na região.

Os demais casos recentes surgiram na Mongólia Interior (norte), na província de Anhui (leste) e na de Hunan (sul).

De acordo com o ministro da Agricultura, estes focos se encontram sob controle e a situação é 'relativamente boa' nestas áreas.

A multiplicação dos casos começa visivelmente a preocupar o Governo chinês e os peritos estrangeiros.

"Estamos preocupados com a aparição de focos recorrentes", declarou para a AFP o representante da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) na China, Nuredin Mona, que acrescentou que o Governo faz o que pode tanto no nível político como no financeiro.

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