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01/12/2006 - 21h41

Irmão de Litvinenko denuncia contaminação "mínima" de sua cunhada

ROMA, 1º dez (AFP) - Maxim Litvinenko, irmão do ex-agente russo Alexandre Litvinenko, morto por envenenamento com polônio 210, confirmou nesta sexta-feira na Itália, onde mora, que sua cunhada está contaminada "com uma dose mínima" do veneno e que sua vida "não corre perigo", de acordo com a imprensa italiana.

"Acabo de falar com minha compatriota Marina. Ela foi contaminada pelo polônio 210, mas em uma dose mínima e não é grave. Sua vida não corre perigo", disse à noite Maxim Litvinenko, de 24 anos, que vive em Ancona, na costa adriática.

Nesta sexta-feira à noite, a Agência britânica de Saúde Pública anunciou que um membro "adulto" da família de Alexandre Litvinenko, "próximo a ele durante sua doença", esteve exposto a polônio 210 em um nível que não é "suficientemente importante para provocar uma doença em curto prazo".

A rede de TV britânica Sky News informou que foram encontrados vestígios de polônio na roupa da mulher de Litvinenko, mas que nem ela nem seu filho tinham a substância no organismo.

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