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11/01/2007 - 17h37

Guantánamo: entre 200 e 300 manifestantes na Corte Suprema em Washington

=(FOTOS)= WASHINGTON, 11 jan (AFP) - Entre 200 e 300 manifestantes, muitos deles usando uniformes de cor laranja, se reuniram pela manhã ante a Corte Suprema dos Estados Unidos em Washington para exigir o fechamento de Guantánamo, cinco anos depois da chegada dos primeiros prisioneiros da "guerra contra o terrorismo".

"Há cinco anos, Guantánamo levantava uma questão de direito. Depois se tornou, também, um desastre moral", declarou Gita Gutierrez, advogada de vários detidos, diante da Corte.

"Já é tempo de que os Estados Unidos comecem a recuperar seu papel de líder mundial na questão dos direitos humanos", acrescentou Larry Cox, da Anistia Internacional-EUA, diante de cartazes com os dizeres: "Os Estados Unidos nos quais acredito fechariam Guantánamo".

Um advogado leu uma carta enviada recentemente por um prisioneiro, Jumah al-Dossari, que já tentou se suicidar várias vezes: "Guantánamo foi concebida para destruir as pessoas, e eu fui destruído".

Várias dezenas de manifestantes, com trajes como os usados pelos prisioneiros na base naval americana, chegaram a pé ao som de um tambor. Com as mãos nas costas subiram as escadas que levam ao edifício da Corte Suprema enquanto uma jovem enumerava os maus-tratos sofridos por numerosos detidos.

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