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24/10/2007 - 09h41

Mulheres premiadas com o Nobel exigem libertação de Aung San Suu Kyi

LONDRES, 24 Out 2007 (AFP) - Várias mulheres agraciadas com o Prêmio Nobel da Paz, entre elas a guatemalteca Rigoberta Menchú, se uniram ao clamor mundial para exigir que a junta militar de Mianmar liberte da líder da oposição e Prêmio Nobel da Paz em 1991, Aung San Suu Kyi.

Em uma carta publicada nesta quarta-feira pelo jornal The Guardian, seis premiadas com o Nobel manifestaram sua "grande decepção" pelo fato de a junta birmanesa ter ignorado os apelos pela libertação de Aung San Suu Kyi.

"Não se deve permitir que o regime birmanês siga violando os direitos humanos", afirmaram no documento Betty Williams e Mairead Corrigan Maguire, da Irlanda do Norte (Nobel da Paz 1976), a líder maia Rigoberta Menchu Tum (1992), a americana Jody Williams (1997), a iraniana Shirin Ebadi (2003) e Wangari Maathai, do Quênia (2004).

A carta coincide com o apelo lançado por uma coalizão de organizações de defesa dos direitos humanos, entre elas a Anistia Internacional e a Burma Campaign, para pressionar a China, país aliado da junta birmanesa, a apoiar a aplicação de sanções contra esse regime.

A campanha lembra os 12 anos de detenção de Aung San Suu Kyi, que se encontra em prisão domiciliar em Yangun desde 2003. Anteriormente, foi presa em várias oportunidades.

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