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25/12/2007 - 23h22

A ex-parlamentar Consuelo González, uma das mulheres a serem libertadas pelas Farc

BOGOTÁ, 23 dez 2007 (AFP) - A ex-parlamentar colombiana Consuelo González, incluída entre os três reféns a serem libertados segundo comunicado das Farc entregue à agência cubana Prensa Latina, foi seqüestrada por um comando dessa guerrilha em 10 de setembro de 2001, às vésperas do atentado contra as Torres Gêmeas em Nova York. O então presidente Andrés Pastrana (1998-2002) realizava negociações com a principal guerrilha colombiana na época.

O seqüestro ficou a cargo da coluna "Teófilo Forero", uma espécie de corpo de elite das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), numa estrada do departamento de Huila (sul).

Pelo menos oito combatentes da "Teófilo Forero" interceptaram o veículo no qual González se deslocava entre as cidades de Pitalito (onde morava) e Neiva, capital de Huila, 325 km ao sul de Bogotá.

González é uma dos seis ex-congressistas reféns da guerrilha e que integram o grupo de 45 seqüestrados que as Farc pretendem trocar por 500 rebeldes presos.

As Farc anunciaram sua libertação junto a Clara Rojas, seqüestrada com Ingrid Betancourt em fevereiro de 2002, e Emmanuel, o filho de Rojas que nasceu em cativeiro.

Integrante do Partido Liberal, González foi eleita em 1998 para um segundo período na Câmara de Representantes pelo departamento de Huila, e tem 57 anos.

Segundo a filha Patricia Perdomo, não havia provas de vida de sua mãe desde agosto de 2003, quando foi divulgada uma carta assinada por González e por outros quatro políticos seqüestrados, que pediam a intervenção das Nações Unidas.

Dois anos depois, o marido de González, Jairo Perdomo, morreu de infarto. Jairo era político, empresário e também ocupava uma cadeira no Congresso.

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