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07/03/2008 - 06h23

Polícia israelense em estado de alerta após atentado em Jerusalém

JERUSALÉM, 7 Mar 2008 (AFP) - A polícia israelense entrou nesta sexta-feira em nível de alerta reforçado, em particular em Jerusalém, onde na quinta-feira oito estudantes morreram em um instituto de estudos rabínicos quando um palestino abriu fogo dentro do centro de ensino.

"Reunimos as grandes forças em Jerusalém para garantir a segurança dos habitantes", declarou à rádio militar o chefe da polícia da cidade, Aharon Franco.

De acordo com Franco, as forças de segurança se encontram em estado de alerta geral em todo o país em conseqüência do temor de novos atentados, assim como de atos de vingança de extremistas israelenses.

Como medida de segurança, os fiéis palestinos do sexo masculino e com menos de 45 anos foram proibidos de entrar na Esplanada das Mesquitas de Jerusalém, o terceiro local sagrado do islã.

As vítimas fatais do ataque, todas elas adolescentes que estudavam no seminário rabínico de Mercaz Harav, em Jerusalém Ocidental, foram atingidas pelos tiros de fuzil automático disparados por um palestino. Dez pessoas também ficaram feridas.

O criminoso, um habitante da área oriental de Jerusalém, ocupada e anexada por Israel em 1967, foi morto pela polícia.

O Mercaz Harav, uma instituição famosa em Israel, representa simbolicamente um local de cultivo do nacionalismo religioso.

Dentro do centro de estudos nasceu, depois da guerra dos Seis Dias de junho de 1967, o movimento Bloco da Fé, de Gush Emunim, que assumiu a defesa da colonização judaica na Cisjordânia ocupada.

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