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27/11/2009 - 17h43

Eleições em Honduras enfraquecem a OEA, diz Amorim

QUITO, Equador, 27 Nov 2009 (AFP) - As eleições deste domingo em Honduras enfraquecem a Organização dos Estados Americanos (OEA), que não conseguiu chegar a um consenso sobre o reconhecimento desta votação, declarou nesta sexta-feira em Quito o chanceler brasileiro, Celso Amorim.

"Acho que estas eleições em Honduras significam também o enfraquecimento da OEA, e é por isso que temos que trabalhar com sistemas alternativos, como a Unasul", afirmou Amorim durante uma reunião dos ministros das Relações Exteriores e de Defesa do grupo regional em Quito.

"A realização de eleições sob um governo instalado por um golpe de Estado não é um bom sinal para a região", acrescentou.

Nesta sexta-feira, o presidente do Equador, Rafael Correa, que dirige atualmente a União das Nações Sul-Americanas (Unasul), anunciou que o bloco não reconhecerá as eleições deste domingo em Honduras.

Entretanto, os dirigentes do Peru avisaram que vão acatá-las, se forem transparentes.

"Se as eleições de Honduras forem transparentes e refletirem a vontade do povo, nós vamos reconhecê-las", afirmou o chanceler peruano, José Garcia Belaunde, em entrevista coletiva.

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