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10/02/2010 - 13h39

Eleitores americanos apoiam gays no Exército (pesquisa)

A grande maioria dos eleitores norte-americanos considera que os homossexuais, tanto homens quanto mulheres, deveriam poder servir no Exército dos Estados Unidos, de acordo com uma pesquisa divulgada nesta quarta-feira.

Das pessoas consultadas, 57% pensam dessa forma, enquanto que 36% se opõem à presença de pessoas abertamente homossexuais no âmbito militar, revelou uma pesquisa independente da Universidade Quinnipiac.

Para dois em cada três consultados (66%), impedir que homens e mulheres abertamente homossexuais sirvam no Exército é uma prática discriminatória. Já 31% consideram o contrário.

No entanto, mais da metade (54%) acredita que os militares homossexuais não deveriam expressar sua orientação sexual de maneira tão franca, contra 38% que não estão a favor dessa restrição.

Nos lares de militares -aqueles que contam com um membro ativo ou reformado, ou com um veterano na família-, as opiniões estão mais divididas, com 48% que apoiam o fim da política aplicada até agora no Exército norte-americano do "Não pergunte, não diga" e 47% que rejeitam a mudança.

A disposição do presidente Barack Obama de abolir a lei que nega aos homossexuais norte-americanos o direito de servir a seu país recebeu um forte apoio no dia 2 de fevereiro, quando, pela primeira vez, o militar norte-americano de mais alta patente, o almirante Mike Mullen, disse que "isso é o que é preciso fazer".

Após um ano no poder, Obama reiterou seu desejo de mudar a lei de 1993 que obriga os militares norte-americanos homossexuais a esconder a sua orientação sexual.

Os pesquisadores da Universidade Quinnipiac consultaram 2.617 eleitores registrados em todo o país entre 2 e 8 de fevereiro. A margem de erro da pesquisa é de +/- 1,9%.

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