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18/02/2010 - 11h37

Os tropeços do Mossad em operações no exterior

O Mossad, serviço secreto israelense, suspeito do assassinato em Dubai de um líder do movimento islâmico palestino Hamas, tem em sua história vários tropeços em operações no exterior.

A seguir alguns exemplos desde 1973:

- Noruega, julho de 1973: após a morte de 11 atletas israelenses nos Jogos Olímpicos de Munique em 1972, Israel tenta assassinar todos os chefes do movimento palestino Setembro Negro, responsável pelo atentado. Em julho de 1973, agentes do Mossad matam por engano Ahmed Bushuki, um garçom de origem marroquina na cidade norueguesa de Lillehammer, ao confundi-lo com Hasan Salameh. O líder de Setembro Negro foi assassinado posteriormente em Beirute por agentes israelenses.

Dez agentes de Israel conseguem fugir da Noruega. Outros três são condenados em 1974 por um tribunal de Oslo a cinco anos e meio de prisão. São libertados 22 meses depois.

- Chipre, abril de 1991: um policial do Chipre prende quatro agentes do Mossad que queriam colocar escutas na embaixada do Irã em Nicósia. Chipre e Israel solucionam a questão em duas semanas e os agentes são condenados apenas a uma multa.

- Jordânia, setembro de 1997: dois agentes israelenses são descobertos na Jordânia quando tentavam assassinar o chefe do braço político do Hamas, Khaled Mechaal, aplicando veneno. Khaled, que estava em coma, é salvo pela intervenção do rei Hussein da Jordânia, que exigiu que Israel entregasse um antídoto ameaçando romper as relações diplomáticas com o país.

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