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25/02/2010 - 18h28

Presidente eleito do Chile condena morte de dissidente cubano

O presidente eleito do Chile, Sebastián Piñera, de direita, expressou nesta quinta-feira "enérgica condenação" às circunstâncias nas quais morreu o dissidente cubano Orlando Zapata, depois de greve de fome de 85 dias.

Em declaração, Piñera - que assume o cargo no dia 11 de março, substituindo a socialista Michelle Bachelet -, expressou "suas mais sinceras condolências" à família de Zapata Tamayo.

Piñera pediu a "imediata libertação dos mais de 200 presos políticos de Cuba e o fim a toda a forma de opressão política na ilha".

Ao mesmo tempo, fez um apelo a que "as autoridades cubanas iniciem, no menor prazo possível, um processo que permita a Cuba transitar pacificamente para a democracia".

Piñera saiu vitorioso no segundo turno da eleição presidencial do dia 17 de janeiro, fazendo retornar a direita ao poder no Chile em mais de 50 anos.

Por sua vez, o governo da socialista Bachelet, que também lamentou o fato, não se pronunciou sobre o contexto político do falecimento de Zapata.

"Sem querer entrar na análise das condições internas da situação cubana, que não nos cabe como governo, não podemos senão lamentar muito profundamente o acontecido com o prisioneiro, que faleceu durante uma greve de fome", disse o secretário-geral da Presidência, José Antonio Viera-Gallo.

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