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07/03/2010 - 19h58

Violência marca o final da campanha eleitoral colombiana

A campanha para as eleições legislativas na Colômbia foi encerrada neste domingo com denúncias de que grupos armados se preparam para sabotar o pleito marcado para 14 de março.

O final da campanha esteve marcado por informes oficiais segundo os quais foi frustrado um atentado contra o candidato Orlando Beltrán, um ex-refém da guerrilha das Farc, e de que este grupo e os rebeldes do Exército de Libertação Nacional (ELN) pretendem impedir a votação em diversos locais.

Ante as ameaças, mais de 500.000 policiais, militares, agentes do serviço secreto e vigilantes privados se encarregarão da segurança nas 75.941 seções eleitorais de todo o país.

No total, 29,8 milhões de colombianos estão convocados para eleger o novo Congresso, composto por 102 senadores e 166 representantes da Câmara baixa, num total de 2.539 candidatos.

Militares que patrulhavam uma zona rural da cidade de Neiva (sul) detiveram um presumível integrante das Farc e apreenderam 50 quilos de explosivos que seriam detonados à passagem de uma carreata do candidato Beltrán, do opositor Partido Liberal, segundo a chefatura militar da região.

O Exército informou sobre o frustrado ataque horas antes de o presidente colombiano, Álvaro Uribe, chegar a Neiva, a capital do departamento (província) de Huila, para uma reunião com um conselho de governo destinada a examinar a situação de segurança na região.

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