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18/03/2010 - 19h27

Israel pede à ONU que condene ataques palestinos

Israel pediu nesta quinta-feira às Nações Unidas que condenem os "ataques terroristas realizados" contra seu território a partir da faixa de Gaza e exerça pressão pela libertação do soldado israelense Gilad Shalit.

Em uma carta dirigida ao secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, que viajará à região em alguns dias, a embaixadora israelense nas Nações Unidas, Gabriela Shalev, acusou o Hamas, que controla a Faixa de Gaza, de ser o responsável pelos disparos de foguetes que mataram um agricultor tailandês no sul de Israel.

"Israel pede ao secretário-geral (Ban Ki-moon) e aos órgãos relevantes da ONU que condenem os ataques terroristas realizados pelo Hamas, assim como suas tátitas, que colocam em risco civis israelenses e palestinos, da maneira mais firme possível".

O ataque foi reivindicado por um grupo salafista da Faixa de Gaza, Ansar al Suna, vinculado à rede islâmica Al-Qaeda.

De Moscou, onde está para participar, na sexta-feira, de uma reunião do Quarteto para o Oriente Médio, Ban condenou, em um comunicado, "um ato de terrorismo totalmente inaceitável e contrário às leis internacionais".

A carta também pede que o secretário-geral expresse "as expectativas da comunidade internacional sobre uma libertação imediata do sargento Shalit".

Shalit, um soldado franco-israelense de 23 anos, foi capturado no dia 25 de junho de 2006 em território israelense próximo à Faixa de Gaza por um comando palestino formado por combatentes do Hamas.

Os novos disparos de foguetes apagaram em parte o brilho da visita a Gaza da chefe da diplomacia europeia, Catherine Ashton, assim como os esforços diplomáticos para reativar o processo de paz.

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