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28/03/2010 - 11h42

Missão parte para libertar reféns das Farc na Colômbia

A missão humanitária que, com a ajuda de dois helicópteros da Força Aérea brasileira, deve recolher neste domingo nas selvas da Colômbia o soldado Josué Daniel Calvo, refém das Farcs, teve início, após sofrer um atraso por causa das condições atmosféricas.

"A guerrilha já está nos esperando. Sabem que estamos a caminho", declarou à imprensa a senadora Piedad Córdoba, que conduz as negociações com o grupo guerrilheiro.

Córdoba viaja em um dos helicópetros da FAB junto com delegados do Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) e da Igleja católica colombiana.

Uma interrupção das operações militares e policiais em uma região do sudeste da Colômbia entrou em vigência a partir das 18h00 locais (20h00 de Brasília) de sábado para facilitar a libertação de um militar sequestrado há um ano pela guerrilha das Farc.

"De acordo com as instruções do Ministério da Defesa, serão suspensas as operações militares em uma pequena zona, mas o suficiente para realizar a operação de libertação do soldado Josué Daniel Calvo", disse a jornalistas o alto comissário de paz do governo, Frank Pearl.

As duas aeronaves e os membros da missão humanitária irão na segunda-feira à cidade de Florencia, no departamento de Caquetá, para uma segunda operação estabelecida para a libertação do sargento Pablo Emilio Moncayo, que as Farc entregarão depois de mais de 13 anos de sequestro.

Os dois soldados fazem parte de um grupo de 23 militares e policiais que as Farc mantêm como reféns e que o grupo rebelde pretende trocar por cerca de 500 guerrilheiros presos, algo que o presidente Alvaro Uribe rejeita.

Na próxima terça, Moncayo deverá ser libertado. Com 12 anos de cativeiro, é o refém mais antigo das Farc.

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