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03/04/2010 - 21h41

ETA culpa polícia francesa por tiroteio que matou agente

A organização separatista basca ETA culpou a polícia francesa pelo tiroteio em que morreu, em 16 de março passado, um agende francês em Dammarie-les-Lys, a 50 km de Paris, em um comunicado publicado neste domingo pelo jornal basco Gara, meio de comunicação habitual da ETA.

O comunicado da organização, escrito em basco, diz que a polícia francesa "sequestrou quatro militantes da ETA em um bosque da localidade de Dammarie-lès-Lys", em alusão aos quatro ativistas suspreendidos pela polícia francesa, após roubarem vários carros em uma concessionária da cidade.

A organização armada assegura que quando seus quatro ativistas estavam "neutralizados", um policial francês "atirou duas vezes contra um militante que estava no chão e sem armas. Embora supostamente tenha sido 'sem intenção de acertar', isto incidiu diretamente nos acontecimentos posteriores".

Após ouvir os disparos, outros três membros da ETA se aproximaram do local e "fizeram uma clara advertência aos policiais franceses: que jogassem as armas e saíssem dali", acrescentou o comunicado, assegurando que dois policiais foram saindo, enquanto outros tomaram a atitude de enfrentar os ativistas da ETA, "apontando as armas e dando lugar ao tiroteio".

"Assim começou o tiroteio, com os quais anteriormente haviam feito os dois disparos apontando as armas contra os 'gudaris' (soldados em basco, ndr) da ETA. Os militantes da ETA fizeram, no total, 9 disparos. Os policias franceses, muitos mais", acrescentou o comunicado.

No tiroteio morreu o policial francês Jean Serge Nerin, de 52 anos, o primeiro policial francês assassinado pela ETA, e foi detido o suposto ativista da organização separatista Joseba Fernandez Aspurz, de 27 anos.

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