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12/04/2010 - 13h16

Especialistas analisam a criticada gestão da OMS na pandemia de H1N1

Um comitê de especialistas iniciou nseta segunda-feira, em Genebra, um exame sobre a gestão internacional da gripe H1N1 que fez a Organização Mundial da Saúde (OMS) ser alvo de inúmeras críticas.

"Queremos saber o que funcionou bem. Queremos saber o que não funcionou e por que. Queremos saber o que poderia ser melhorado e como", explicou a diretora-geral da OMS, Margaret Chan, na abertura dos debates.

O comitê, formado por 29 especialistas de 28 países, é uma resposta da OMS às acusações segundo as quais a organização exagerou a ameaça da primeira pandemia do século XXI influenciada pelos laboratórios farmacêuticos o que levou seus 193 países membros a comprar muito mais vacinas que o necessário.

Os especialistas, que devem entregar seu primeiro informe provisório antes de maio, abordaam uma questão crucial: a dificuldade de avaliar a virulência de uma enfermidade contagiosa em termos de mortalidade e não apenas por sua expansão geográfica.

Em junho de 2009, dois meses depois de sua descoberta no México e Estados Unidos, a OMS declarou que este novo tipo de gripe era uma pandemia, baseando-se em sua rápida progressão.

O vírus H1N1 causou 17.700 mortos confirmados em laboratório em mais de 200 países e territórios, segundo a OMS, uma cifra muito inferior ao número de mortos causados por uma gripe tradicional.

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