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15/04/2010 - 13h30

RSF "aplaude" libertação de jornalista, em Cuba, mas "24 continuam presos"

A entidade de defesa da liberdade de imprensa Repórteres sem Fronteiras (RSF) "aplaudiu", esta quinta-feira, a libertação do jornalista cubano Oscar Sánchez Madán, mas lembrou que "24 jornalistas continuam presos" em Cuba, "uma das primeiras prisões do mundo para jornalistas".

"Embora aplaudamos esta libertação, devemos lembrar que não constitui, em nenhum caso, uma medida de clemência e menos ainda um sinal de flexibilidade por parte do regime de Havana", expressou a RSF em um comunicado.

Oscar Sánchez Madán foi libertado em 11 de abril, após cumprir pena de três anos de prisão por "periculosidade social pré-delitiva", informou a RSF.

Sánchez era correspondente do site Cubanet na região de Matanzas (oeste).

A RSF considerou que a "comunidade internacional - em particular a presidência espanhola da União Europeia e os países da América Latina - devem defender a libertação dos outros jornalistas presos".

"Considerada uma das primeiras prisões do mundo para os jornalistas, depois de Irã e China, Cuba conta, agora, com 24 deles atrás das grades, inclusive o nosso correspondente, Ricardo González Alfonso", acrescentou a RSF.

A Repórteres sem Fronteiras lembrou que o jornalista e opositor cubano Guillermo Fariñas está há 50 dias em greve de fome.

O médico dissidente cubano Darsi Ferrer, preso sem julgamento desde julho de 2009, desistiu de uma greve de fome que fazia há três meses, depois que as autoridades atenderam suas demandas.

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