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16/04/2010 - 16h18

Honduras: Lobo nega que violação aos Direitos Humanos seja política de Estado

O presidente de Honduras, Porfirio Lobo, negou nesta sexta-feira que as violações denunciadas pela Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) sejam parte de uma política de Estado.

"Não há nenhuma política de Estado para violentar os Direitos Humanos", afirmou Lobo aos veículos da imprensa local, ao se referir a um relatório da CIDH que incluiu Honduras em uma "lista negra" de países.

Segundo a CIDH, Honduras foi um dos países em que ocorreram graves violações aos Direitos Humanos em 2009, junto com Colômbia, Cuba, Haiti e Venezuela.

Trata-se da primeira vez desde 2006 que a CIDH acrescenta um novo país a essa lista, apresentada anualmente à Organização de Estados Americanos (OEA).

Honduras sofreu um golpe de Estado em junho de 2009 que causou a derrubada e expulsão do então presidente Manuel Zelaya.

A crise levou a "graves violações aos Direitos Humanos, incluindo mortes, declaração arbitrária de estado de exceção, repressão de manifestações públicas através de uso desproporcional da força, criminalização dos protestos sociais, prisões arbitrárias de milhares de pessoas", lembrou a CIDH.

"O importante para mim é que não se trata de uma política de Estado", acrescentou o presidente hondurenho, que assumiu em 27 de janeiro, depois de ter sido eleito após eleições controversas vistas com suspeita por alguns países, já que ocorreram sob o regime de fato que governou o país por sete meses.

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