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19/04/2010 - 09h42

Farc, corrupção e diplomacia marcam debate presidencial na Colômbia

Combater a guerrilha das Farc, atacar os elevados índices de corrupção estatal e buscar uma maneira de melhorar as relações diplomáticas e comerciais com os governos de países vizinhos, em especial a Venezuela, marcaram o debate dos seis principais candidatos presidenciais colombianos na noite de domingo.

No debate - organizado pela cadeia privada Caracol e o jornal El Espectador - participaram Juan Manuel Santos, da situação; o independente Antanas Mockus; a representante do Partido Conservador, Noemí Sanín; o do opositor Partido Liberal, Rafael Pardo; o candidato do movimento Mudança Radical, Germán Vargas; e, o da esquerda Polo Democrático Independente, Gustavo Petro.

A Colômbia celebra em 30 de maio o primeiro turno presidencial para eleger o sucessor de Alvaro Uribe, no poder desde agosto de 2002. Se nenhum dos aspirantes obtiver a metade mais um dos votos, será realizada um segundo turno entre os dois primeiros, em 20 de junho.

Uribe deixará a presidência em 7 de agosto ao final de oito anos de governo, depois que a Corte Constitucional vetou a possibilidade de realizar um referendo para que pudesse aspirar a um terceiro mandato.

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