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28/04/2010 - 14h24

Atenas recusa-se a reduzir vantagens salariais, como o exigem a UE e o FMI

A Grécia recusa-se a suprimir algumas vantagens salariais no setor privado, medida que havia sido estipulada pela Comissão Europeia, pelo FMI e pelo BCE, indicou nesta quarta-feira o ministro do Emprego Andréas Loverdos.

"O essencial nas negociações está relacionado aos pagamentos do 13º e do 14º salários dos gregos que serão afetados. Os organismos financeiros exigem sua supressão, o que não aceitamos", disse Loverdos, citado em um comunicado.

O cancelamento do 13º e do 14º salários causaria uma perda de contribuições sociais da ordem de 2 bilhões de euros, explicou o ministro à AFP.

As "discussões continuam", acrescentou.

O ministro fez essa declaração ao final de um encontro com o presidente da União Grega dos Industriais (Sev).

Em uma primeira série de medidas de austeridade adotadas em março, o governo grego já havia suprimido vários benefícios e o 14º salário de quase todos os funcionários públicos.

O 14º salário é na realidade concedido na Grécia como um bônus.

Os sindicatos, que se opõem a novos cortes salariais, convocaram nova greve geral para o dia 5 de maio.

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