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21/05/2010 - 20h13 / Atualizada 21/05/2010 - 20h34

Justiça arquiva processo de paternidade contra Lugo

ASSUNÇÃO, Paraguai, 21 Mai 2010 (AFP) -Um juiz arquivou nesta sexta-feira a ação de paternidade contra o presidente do Paraguai, o ex-bispo católico Fernando Lugo, anunciou à imprensa a promotora do caso.

O processo de paternidade aberto contra o presidente paraguaio foi arquivado pelo juiz Osvaldo Cáceres a pedido do Ministério Público porque a demandante desistiu de suas pretensões, explicou a promotora Gloria Alvarez.

Afirmando ser a mãe de um menino de dois anos que nasceu de uma relação com o presidente Fernando Lugo, a senhora Hortensia (40) havia solicitado o sobrenome do chefe de Estado para o menino.

Durante a tramitação do processo, a demandante também pediu que Lugo fosse submetido a um teste de DNA a fim de comprovar a paternidade do presidente.

Todas essas solicitações foram arquivadas por decisão do juiz Cáceres, titular de J. Augusto Saldívas, localidade situada nos arredores de Assunção, porque a demandante desistiu do processo, segundo a promotora Alvarez.

A decisão judicial foi conhecida dois dias depois do representante legal de Lugo, o advogado Marcos Fariña, afirmar que seu cliente esperava a ordem do juiz para realizar o teste de DNA.

Em dezembro de 2009, o presidente paraguaio enfrentou outro processo de paternidade, promovido por Benigna Leguizamón (27), que garante ser mãe de um menino de seis anos fruto de uma relação que manteve com Lugo quando ele era bispo.

Em abril de 2009, o ex-bispo reconheceu publicamente ser o pai de um menino de 2 anos, após a mãe da criança, Viviana Carrillo (27), apresentar o primeiro processo de paternidade contra ele.

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