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26/05/2010 - 16h34 / Atualizada 26/05/2010 - 17h35

Buenos Aires e Montevidéu têm melhor qualidade de vida na América Latina

Em Nova York

Buenos Aires e Montevidéu são as cidades com melhor qualidade de vida na América Latina, segundo uma lista publicada nesta terça-feira pela consultoria internacional Mercer, na qual Viena lidera o ranking que considerou 221 cidades do globo. 

Viena tem melhor qualidade de vida, aponta pesquisa

Na América Latina e Caribe, a mais bem colocada foi Pointe-à-Pitre, na ilha francesa de Guadalupe, que no entanto não ficou entre as 50 melhores. A melhor cidade do Oriente Médio é Dubai (75º lugar). Na África, é Port Louis, nas ilhas Maurício (82º).

As cidades brasileiras estão mais atrás no ranking. São Paulo está na 117ª posição, depois de Rio de Janeiro (116ª) e Brasília (104ª).

A capital austríaca é a melhor cidade do mundo para se viver, segundo a classificação dessa consultoria privada, seguida pelas cidades suíças de Zurique e Genebra, Vancouver (Canadá) e Auckland (Nova Zelândia).

Os critérios de seleção utilizados são a estabilidade política, a criminalidade, os serviços bancários, as liberdades individuais, os serviços de saúde, de educação, entretenimento, moradia e meio ambiente.

As cidades europeias continuam dominando e estão entre as primeiras 25 cidades no índice. Na Inglaterra, Londres está na 29ª posição, enquanto que Birmingham está em 55ª e Glasgow na 57ª. Paris ocupa o 34º lugar.

Nos Estados Unidos, a posição mais alta é ocupada por Honolulu, na 31ª posição, seguida de San Francisco (32ª). Singapura (28ª) é a primeira entre as asiáticas, seguida de Tóquio (40ª), sendo Bagdá a pior do mundo, em 221º lugar.

Na América Latina, Buenos Aires lidera o ranking na posição 78, seguida por sua vizinha Montevidéu (79ª). Santiago ocupa o posto 90 e Cidade do México está na 123ª posição.

No Caribe, diversas cidades superam as sul-americanas. Pointe-à-Pitre é a primeira, na 62ª posição, seguida por San Juan de Puerto Rico (72ª), enquanto Havana (192ª) e Porto Príncipe (213ª) são as piores.

"Na América do Sul e Central, foi observada uma queda geral como resultado principalmente da instabilidade política, dificuldades econômicas e escassez de energia", comentou Slagin Parakatil, consultor da Mercer.

Segundo o especialista, "os altos níveis de criminalidade continuam sendo um dos principais problemas em um bom número de cidades da região".

De todas as cidades da América Latina, Caracas teve o pior desempenho ao cair diversas posições, não apenas devido à insegurança, mas também por conta da "escassez de água e da disponibilidade de bens de consumo".

A Mercer informou que faz a classificação para ajudar as empresas multinacionais a remunerar de forma justa seus funcionários internacionais.

Segundo a empresa, suas cifras não competem nem são comparáveis aos dados oficiais de cada país que refletem o padrão de vida dos cidadãos nativos de cada cidade.

 

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