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06/06/2010 - 16h05 / Atualizada 06/06/2010 - 16h11

Combinação de tratamentos detém avanço do câncer de ovário

CHICAGO, 6 Jun 2010 (AFP) -O Avastin, medicamento recomendado para impedir que o tumor canceroso desenvolva vasos sanguíneos que o alimentem, combinado com quimioterapia, prolonga claramente o período durante o qual um câncer de ovário avançado para de progredir, segundo estudo clínico publicado este domingo.

"Este é o primeiro teste clínico de fase 3 que mostra que bloquear a formação de vasos sanguíneos dos tumores melhora consideravelmente a sobrevivência sem o desenvolvimento da doença das mulheres com câncer de ovário ou peritoneal, muito difícil de tratar", explicou o doutor Robert Burger, do Fox Chase Cancer Center, na Filadélfia (Pensilvânia, leste), que chefiou a pesquisa.

"Os resultados do teste clínico mostram que o Avastin é um fármaco inicial aceitável para as pacientes que sofrem de câncer avançado de ovário", acrescentou, ao apresentar os resultados na conferência anual da Sociedade Americana de Oncologia Clínica, reunida este fim de semana em Chicago (Illinois, norte).

O Avastin, comercializado pela empresa americana Genentech, que faz parte do grupo farmacêutico suíço Roche, já foi autorizado pela Agência de Alimentos e Medicamentos (FDA) dos Estados Unidos para o tratamento de vários cânceres metastásicos, entre eles os de colon, seio, rim, cérebro e pulmão.

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