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15/06/2010 - 07h33 / Atualizada 15/06/2010 - 11h03

Acordo nuclear apoiado por Brasil e Turquia continua de pé, afirma Ahmadinejad

Em Teerã

Entenda as sanções contra
o Irã aprovadas pela ONU

A resolução da ONU contra o país prevê restrições a mais bancos iranianos no exterior, caso haja suspeita de ligação deles com programas nuclear ou de mísseis. Estabelece também uma vigilância nas transações com qualquer banco iraniano, inclusive o Banco Central.

A propoposta iraniana, promovida pelo Brasil e pela Turquia, de trocar combustível nuclear iraniano com as grandes potências em território turco, continua vigente, afirmou o presidente Mahmoud Ahmadinejad, nesta terça-feira (15).

"A declaração de Teerã continua tendo validade", afirmou Ahmadinejad ao receber o presidente do Parlamento turco, Mehmet Ali Shahin. Essa proposta constitui "um novo modelo de gestão dos assuntos mundiais, baseado na justiça e na lógica", acrescentou.

Na declaração de Teerã, assinada em 17 de maio com o Brasil e a Turquia, a República Islâmica aceitou trocar, em território turco, 1.200 kg de urânio levemente enriquecido (a 3,5%) por 120 kg de combustível enriquecido a 20%, para alimentar seu reator de pesquisa médica de Teerã.

Mas depois de assinar o documento, o Irã anunciou que continuará enriquecendo urânio a 20% por conta própria.

As grandes potências acolheram com ceticismo a iniciativa por achar que as autoridades iranianas estavam apenas ganhando tempo.

E, em 9 de junho, o Conselho de Segurança da ONU votou uma resolução impondo novas sanções ao Irã por sua política nuclear.

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