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17/06/2010 - 13h22 / Atualizada 17/06/2010 - 13h24

"Para a prisão!", grita manifestante no Congresso contra presidente da BP

WASHINGTON, 17 Jun 2010 (AFP) -Uma ativista, com as mãos pintadas de negro, cor do petróleo, interrompeu nesta quinta-feira a sabatina a que está sendo submetido o presidente executivo da BP, Tony Hayward, no Congresso americano, aos gritos de que deve ir "para a prisão" por sua responsabilidade na mancha de óleo que se espalha no Golfo do México.

Hayward havia apenas começado a audiência quando a mulher entrou na sala.

"O senhor precisa ser acusado de crime", lançou contra o presidente do grupo britânico.

A militante da organização pacifista Codepink, foi retirada da sala pela polícia.

A audiência acontece um dia depois de a empresa ter concordado em criar um fundo de 20 bilhões de dólares de indenização para as vítimas do vazamento de petróleo no Golfo do México.

A empresa anunciou, também, que suspenderia o pagamento de dividendos aos acionistas, para economizar dinheiro dirigido ao fundo.

Na quarta-feira, a BP anunciou que um outro sistema de contenção de petróleo derramado foi lançado no Golfo do México, desenhado para trazer o óleo e o gás para serem queimados na superfície.

Num texto que lerá diante dos parlamentares, o presidente da BP dirá que "entendo que as pessoas querem uma resposta simples sobre por que isso ocorreu e quem é responsável. A verdade, no entanto, é que este é um acidente complexo, causado por uma combinação de falhas sem precedentes.

Analistas afirmam acreditar que as finanças da empresa sejam satisfatórias para resistir às despesas com o vazamento.

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