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26/06/2010 - 16h18 / Atualizada 26/06/2010 - 16h18

Parlamentares indígenas em greve de fome por vagas no Congresso boliviano

LA PAZ, 26 Jun 2010 (AFP) -Sete parlamentares indígenas da situação inciaram, na sexta-feira, uma greve de fome, reivindicando mais cadeiras no Congresso boliviano e uma retratação do presidente, Evo Morales, pela acusação de um suposto apoio de Washington a uma marcha de aborígenes solicitando recursos.

"Exigimos que nossos direitos sejam garantidos. Vamos continuar a greve e esperamos um mínimo de abertura do governo e da situação para nossas demandas", disse o deputado Pedro Nuni, do governista Movimento ao Socialismo (MAS), que faz jejum junto a três colegas mulheres e outros três homens, citado este sábado pela impresa local.

Os sete legisladores, representantes de povos da Amazônia e dos 'llanos bolivianos' (planícies bolivianas), exigem que a nova lei do Regime Eleitoral, que atualmente tramita na Câmara dos Deputados, aumente de 7 para 18 o número de cadeiras para indígenas.

Nuni disse que a greve de fome exige, ainda, que o presidente "se retrate" pelas acusações de um suposto financiamento americano a uma marcha de pelo menos 500 indígenas, até agora estreitos aliados do governo, que partiu na segunda-feira da região de Beni (nordeste) rumo a La Paz.

Pouco antes de iniciada a caminhada, Morales denunciou que por trás do protesto estariam a Agência Americana para o Desenvolvimento Internacional (USAID) e organizações não-governamentais ligadas a ela.

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