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10/07/2010 - 11h27 / Atualizada 10/07/2010 - 11h43

Irã: advogado de mulher condenada à morte ignora se a pena será revista

TEERÃ, 10 Jul 2010 (AFP) -A defesa não foi informada da revisão da pena de morte por apredejamento a que foi condenada uma iraniana de 43 anos, acusada de adultério, declarou este sábado seu advogado, em um momento em que a comunidade internacional se mobiliza para evitar este castigo.

O advogado de Sakineh Mohammadi-Ashtiani, Mohamad Mostafai, declarou à AFP que não teve confirmação da revisão desta sentença de morte.

"Não há nenhuma garantia" de que isto ocorrerá, afirmou.

Acusada de adultério, Sakineh Mohammadi-Ashtiani, de 43 anos, havia sido condenada em 2006 a ser apedrejada, uma pena confirmada em 2007 pela Suprema Corte.

Na sexta-feira, Mohammad Javad Larijani, chefe do gabinete de direitos humanos da Justiça, disse que esta pena está "sendo revista", informou a agência oficial Irna.

Larijani acrescentou que o chefe da autoridade judicial, o aiatolá Sadegh Larijani, seu irmão, considera que é melhor usar "penas de substituição no lugar do apedrejamento (...) e isto é válido também para Mohammadi Ashtiani".

No entanto, não informou qual pena poderia ser aplicada.

O caso provocou o repúdio de muitos países em todo o mundo, entre eles Estados Unidos e Grã-Bretanha.

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