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10/07/2010 - 09h32 / Atualizada 10/07/2010 - 09h46

Presidente polonês descarta complô no acidente de matou seu antecessor

VARSÓVIA, 10 Jul 2010 (AFP) -O presidente eleito polonês, Bronislaw Komorowski, rejeitou a teoria de complô para explicar o acidente de avião no qual morreu o presidente Lech Kaczynski em Smolensk, Rússia, em entrevista publicada na edição deste sábado do jornal Gazeta Wyborcza.

"Criar um ambiente que leva a crer que alguém cometeu atos intencionais para que ocorresse a catrástrofe é, nessa etapa (da investigação), algo irracional", declarou Komorowski.

"Todos gostaríamos de saber da verdade o quanto antes, mas a prática mostra que, para isto, são necessários meses, às vezes até anos", acrescentou.

A teoria de um complô com o objetivo de eliminar o presidente conservador, cujo mandato chegava ao fim, pouco antes da eleição presidencial, é muito divulgada em páginas na internet vinculadas à direita e ao partido conservador Direito e Justiça (PiS).

"Duas investigações paralelas, uma russa e outra polonesa, continuam, dando assim uma garantia. É difícil questionar a investigação polonesa. Da mesma forma, sou o último que poderia questionar a investigação russa", prosseguiu Komorowski.

O Tupolev 154 que levava o presidente Kaczynski e sua esposa caiu em 10 de abril, durante os procedimentos de aterrissagem, em meio a uma espessa neblina, em Smolensk, matando seus 96 ocupantes.

mc/feff/mvv

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