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19/07/2010 - 22h56

Presidente eleito da Colômbia obtém maioria na Câmara Baixa do Congresso

BOGOTÁ, 19 Jul 2010 (AFP) -O presidente eleito da Colômbia, Juan Manuel Santos, contará com maioria parlamentar, após a divulgação, esta segunda-feira do resultado final das eleições de 14 de março na Câmara baixa, onde os três principais partidos que o apóiam obtiveram 100 das 165 cadeiras.

O Conselho Nacional Eleitoral (CNE) já havia informado no domingo sobre a composição final do Senado, onde o presidente eleito contará com pelo menos 58 das 102 cadeiras.

O Partido Social de Unidade Nacional (La U, direita), que lançou a candidatura presidencial de Santos e é o maior da coalizão que apóia o governo em fim de mandato de Álvaro Uribe, obteve 47 cadeiras na Câmara baixa, segundo o informe do CNE.

O Partido Conservador, um dos dois mais tradicionais do país, integrante da coalizão de governo de Uribe e que endossou seu apoio a Santos, terá 37 representantes, enquanto que o Partido Mudança Radical, que também apoiou o presidente eleito, obteve 16 representantes.

Outro partido histórico, o Liberal, terá 36 representantes na Câmara. Apesar de esta formação não ter apoiado institucionalmente Santos, o presidente eleito conta com seu apoio, expressaram publicamente a maioria de seus congressistas, após a contundente vitótia do ex-ministro da Defesa nas urnas, em 20 de junho.

O polêmico Partido de Integração Nacional (PIN) - ao qual várias ONGs e analistas atribuem aproximação com ex-paramilitares de extrema direita, razão pela qual Santos repudiou seu apoio - obteve 12 cadeiras.

Os opositores partidos Polo Democrático Alternativo (esquerda) e Verde - cujo candidato presidencial, Antanas Mockus perdeu as eleições para Santos - obtiveram 4 e 3 cadeiras, respectivamente.

As 10 cadeiras restantes foram distribuídas entre forças políticas minoritárias e representantes de indígenas e afrodescendentes.

O Congresso bicameral colombiano inicia sessões esta terça-feira com os novos membros eleitos em março.

A divulgação dos resultados definitivos das eleições legislativas só foi possível agora devido a problemas técnicos na transmissão nos resultados e irregularidades detectadas na contagem de votos, razão pela qual a CNE precisou fazer um escrutínio detalhado.

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