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05/08/2010 - 10h58

Teerã diz à ONU nada ter decidido sobre destino da mulher condenada à morte por apedrejamento

GENEBRA, 5 Ago 2010 (AFP) -O Irã assegurou nesta quinta-feira a um órgão das Nações Unidas dos diretos humanos que não tinha tomado ainda uma decisão sobre o destino da iraniana condenada à morte por lapidação por adultério - um caso que causou emoção em todo o mundo.

Sakineh Mohammadi-Ashtiani, 43 anos, mãe de dois filhos, foi condenada em 2006 por ter mantido uma "relação ilegal" com dois homens, após a morte de seu marido, mas também por "assassinato".

"Seu caso está sendo examinado e nada foi decidido por enquanto", afirmou o funcionário da justiça iraniano Mossadegh Kahnemoui ouvido por membros da Comissão da ONU para a Eliminação da Discriminação Racial (CERD).

Lembrou que a mulher confessou a prática de adultério e a participação na morte de seu marido - atos punidos com a pena de morte, segundo a lei iraniana, insistiu.

"Esta mulher, além do duplo adultério, é também acusada de complô para matar o marido", destacou o iraniano.

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