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11/08/2010 - 18h36

Chofer de Bin Laden pode receber pena de 12 a 15 anos de prisão


Base Naval de Guantánamo (EUA)
  • O sudanês Ibrahim Al Qosi, um ex-motorista de Osama bin Laden, em desenho feito durante seu julgamento, em um tribunal militar em Guantánamo

    O sudanês Ibrahim Al Qosi, um ex-motorista de Osama bin Laden, em desenho feito durante seu julgamento, em um tribunal militar em Guantánamo

A defesa de um preso sudanês da base naval de Guantánamo, que se declarou culpado de apoiar o terrorismo, chegou a um acordo com a promotoria nesta quarta-feira, pedindo pena de entre 12 e 15 anos de prisão ao júri militar encarregado do caso.

O sudanês Ibrahim Al Qosi, um ex-motorista de Osama bin Laden, que em julho se declarou culpado de apoio material ao terrorismo, está detido há mais de oito anos na base americana de Guantánamo, na ilha de Cuba.

"A acusação e a defesa chegaram a um acordo sobre as opções (contra Al Qosi) e o juiz dará ao júri instruções para que se atenha a elas", disse à AFP David Iglesias, porta-voz dos tribunais militares encarregados de processar os prisioneiros de guerra dos Estados Unidos, capturados em maioria no Afeganistão e hoje reclusos na base de Guantánamo.

Ibrahim Al Qosi declarou ter trabalhado entre 1996 e 2001 como motorista, cozinheiro e assistente de Bin Laden, chefe da rede fundamentalista Al-Qaeda, que assumiu os ataques del 11 de setembro de 2001 contra Washington e Nova York.

Os tribunais de exceção foram criados durante o governo George W. Bush para os prisioneiros da "guerra contra o terrorismo", lançada no Afeganistão depois dos atentados de 11 de setembro, em busca de Osama bin Laden, a quem o então regime talibã afegão dava refúgio, segundo os Estados Unidos.

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