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Crise no mundo árabe

Iniciadas em janeiro, manifestações se espalham em países da África e do Oriente Médio; os ditadores de Tunísia, Egito e Líbia já caíram

  • Imagem: Ahmad Al-Rubaye/ AFP
20/03/2011 - 12h13

Dilma não expressou 'mal-estar' a Obama por Líbia, diz Casa Branca

RIO DE JANEIRO, 20 Mar 2011 (AFP) -A presidente Dilma Rousseff não expressou mal-estar sobre as operações militares na Líbia durante seu encontro com Barack Obama, depois que o Brasil absteve-se de votar a resolução do Conselho de Segurança da ONU que autorizou o uso da força no país africano, informou a Casa Branca neste domingo.

Obama e Dilma, que no sábado reuniram-se no Palácio do Planalto, discutiram a questão líbia, disse a jornalistas Daniel Restrepo, conselheiro de Obama para as Américas.

O caso da Líbia é um dos vários assuntos de política externa nos quais a posição de Brasília e Washington divergem: os Estados Unidos votaram a favor da resolução 1973 que autoriza o uso da força para impor um cessar-fogo na Líbia, mas o Brasil, membro provisório do Conselho de Segurança, absteve-se.

No entanto, no sábado, no momento em que uma coalizão que inclui os Estados Unidos começou a atacar a infraestrutura do regime líbio, "não houve expressão de mal-estar por parte da senhora Rousseff" em relação à autorização da ONU, assegurou Restrepo.

"Nenhuma inquietação foi expressa por parte de ninguém em relação às diferenças que manifestaram durante a votação no Conselho de Segurança", insistiu o conselheiro presidencial americano.

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