Dois chineses condenados à morte por assassinato de monge chinês-britânico

Pequim, 1 Fev 2016 (AFP) - Um tribunal chinês condenou à pena de morte dois homens pelo assassinato de um monge que havia obtido a nacionalidade britânica, fundador do primeiro monastério tibetano do Ocidente, indicaram nesta segunda-feira os meios de comunicação estatais.

Akong Tulku Rinpoche, co-fundador do monastério Samye Ling, na Escócia, foi encontrado morto com várias marcas de faca em sua casa de Chengdu, sudoeste da China, em 2013.

O tribunal popular intermediário da cidade condenou Tudeng Gusang e Tsering Banjue pelo assassinato de Akong e de outros dois homens, informou a agência semioficial China News Service.

Gusang - que havia trabalhado no monastério escocês - e Banjue esfaquearam Akong, seu sobrinho e um motorista, devido a uma disputa financeira envolvendo 400.000 dólares, indicou a agência, citando fontes oficiais.

Akong, um septuagenário, havia obtido a nacionalidade britânica depois de ter fugido do Tibete em 1959.

Em 1967 fundou o monastério na Escócia.

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