Maioria dos suspeitos de agressões no Ano Novo em Colônia são marroquinos e argelinos

Berlim, 5 Abr 2016 (AFP) - Das 153 pessoas suspeitas de terem cometido agressões principalmente de caráter sexual durante o Ano Novo em Colônia, na Alemanha, 103 são de nacionalidade argelina ou marroquina, de acordo com um relatório das autoridades locais.

Apenas quatro alemães figuram nesta lista, segundo o relatório apresentado pelo ministério do Interior da Renânia do Norte-Vestfália ao parlamento regional, mais de três meses após os incidentes.

Sessenta e oito suspeitos são requerentes de asilo e 18 estavam em situação ilegal no país no momento dos crimes.

A nacionalidade ou status dos 47 restantes não pode ser determinada com certeza, segundo a fonte.

A noite de Ano Novo noite se transformou em pesadelo para centenas de mulheres em Colônia. Naquela noite, na estação de trem, as mulheres se tornaram presas sexuais de jovens migrantes, embriagados e apresentados rapidamente pela polícia e políticos como principalmente de origem norte-africana.

Essas agressões, assédio sexual e roubo de telefones celulares causaram um grande choque na Alemanha, que até então havia recebido de maneira bastante favorável os cerca de 1,1 milhão de migrantes que chegaram em 2015 no país.

Atualmente, 24 dos detidos permanecem na prisão. No total, a polícia recebeu 1.527 reclamações, e compilou uma lista de 1.218 vítimas, incluindo 626 crimes sexuais.

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