Magnata que confessou homicídios será enviado à prisão da Califórnia

Los Angeles, 28 Abr 2016 (AFP) - O magnata nova-iorquino Robert Durst foi condenado nesta quarta-feira, na Louisiana, a sete anos de prisão por posse ilegal de armas, e será enviado à Califórnia para responder sobre várias acusações de homicídio.

O empresário, de 73 anos e um dos herdeiros do império imobiliário do mesmo nome, foi detido em março do ano passado na cidade de Nova Orleans, pela morte de Susan Berman, uma amiga de sua esposa, morta por um tiro no dia 23 de dezembro de 2000, em Los Angeles.

Naquele momento, Durst já era suspeito do desaparecimento de sua mulher, Kathleen, em 1982, e havia sido absolvido do assassinato de seu vizinho.

Mas em uma reviravolta inesperada, Durst reconheceu ter matado "a todos", durante a gravação do documentário "The Jinx: The Life and Deaths of Robert Durst", sem saber que o microfone estava aberto.

Durst será transferido para a prisão Terminal Island, situada no sul da Califórnia, onde começará a cumprir a pena de sete anos, enquanto aguarda o julgamento pela morte de Berman.

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