Comandos dos EUA mantêm coleta de informações na Líbia

Washington, 16 Mai 2016 (AFP) - Militares americanos não têm uma "visão muito clara" da situação na Líbia, mas pequenas equipes de forças de operações especiais trabalham no país castigado pela guerra para obter informação de inteligência, informou um porta-voz nesta segunda-feira.

Em dezembro, o Pentágono teve que admitir que um comando americano tinha ido à Líbia depois de terem sido obrigados a abandonar o país por forças locais, que publicaram uma foto de membros do grupo de elite no Facebook.

Os Estados Unidos ainda têm uma "presença reduzida" na Líbia com a tarefa de identificar os atores do conflito e saber que grupos poderão assistir os Estados Unidos em sua missão de combater o grupo Estado Islâmico, disse o porta-voz do Departamento da Defesa, Peter Cook, a jornalistas.

Explorando o vácuo do poder no país, os extremistas estabeleceram um forte reduto, principalmente na cidade costeira de Sirte.

A presença americana não será permanente, disse Cook, destacando que as forças de elite não treinarão seus parceiros locais, como fizeram em outros países que combatem o EI.

Os Estados Unidos, a Itália e a Líbia, juntamente com países aliados e vizinhos, acordaram na segunda-feira armar o frágil governo de unidade nacional do país para enfrentar a ameaça do EI.

O grupo de 25 membros acordou apoiar o governo de união nacional em seu apelo à suspensão do embargo de armas imposto pela ONU para deter o conflito na Líbia, disse o secretário de Estado americano, John Kerry.

Mas o Pentágono ainda não recebeu "nenhuma ordem particular para agir", disse Cook.

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