Juiz de Nova York fará novo julgamento por homicídio cometido em 1979

Nova York, 25 Mai 2016 (AFP) - Um juiz de Nova York decidiu realizar o segundo julgamento contra o acusado pelo homicídio de Etan Patz, um menino de seis anos, desaparecido em 1979. O julgamento ocorrido no ano passado falhou por falta de acordo entre o júri sobre a culpa do acusado.

O juiz Maxwell Wiley ordenou na terça-feira (24) efetuar um "novo julgamento" em "setembro" deste ano contra Pedro Hernández, de 55 anos, acusado de matar Patz, após uma confissão da qual o acusado se retratou em seguida, disse à AFP nesta quarta-feira um funcionário do escritório do juiz nova-iorquino.

Foi o próprio Wiley que, em 8 de maio de 2015, declarou nulo o primeiro processo, depois que o júri não conseguiu chegar a um consenso após 18 dias de deliberações.

Como Hernández não foi declarado inocente, a promotoria de Manhattan pediu a realização de um segundo julgamento.

Etan Patz despareceu depois de deixar sua casa, em Manhattan, em 25 de maio de 1979, enquanto andava sozinho pela primeira vez até o ponto do ônibus escolar.

Seus pais só suspeitaram que ele estava desaparecido no fim do dia, quando não retornou da escola. Seu corpo nunca foi encontrado.

Hernández, preso em 2012, confessou o assassinato para a polícia, afirmando que levou o menino para o porão da loja onde trabalhava, o matou e se livrou do corpo, jogando-o no lixo.

Entretanto, este homem, que segundo seu advogado sofre de doença mental e tem um leve retardamento, logo se retratou e se declarou inocente.

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