Agentes do Serviço Secreto dos EUA são punidos por caso de legislador

Washington, 27 Mai 2016 (AFP) - As autoridades americanas sancionaram 41 funcionários do Serviço Secreto por terem tido acesso impróprio e vazado informações pessoais de um legislador que supervisionava esta agência, informou na quinta-feira o Departamento de Segurança Interior.

As sanções foram anunciadas depois que um relatório do inspetor-geral do Departamento de Segurança Interior acusou em setembro funcionários do Serviço Secreto de terem entrado nos arquivos pessoais do legislador republicano Jason Chaffetz de Utah, presidente do Comitê de Supervisão e Reforma do Governo na Câmara de Representantes, que conduziu várias investigações sobre supostas faltas de conduta na agência.

Os 41 funcionários foram sancionados com medidas que vão desde uma carta de reprimenda até a suspensão sem salário por até 45 dias, disse o secretário de Segurança Interior, Jeh Johnson, em um comunicado.

Uma pessoa considerada culpada de fornecer informação sobre Chaffetz ao jornal Washington Post renunciou ao serviço, indicou.

"Como muitos outros, estou consternado pelo episódio refletido no relatório do inspetor-geral, que ocasiona um real descrédito ao Serviço Secreto", disse Johnson.

As leis federais de privacidade impedem a divulgação de mais detalhes, acrescentou. O Serviço Secreto é a agência encarregada da segurança dos presidentes dos Estados Unidos.

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