Líder shebab 'provavelmente morto' em ataque dos EUA na Somália

San Diego, Estados Unidos, 1 Jun 2016 (AFP) - Um líder shebab, que havia coordenado os ataques de extremistas islâmicos em Somália, Quênia e Uganda, está "provavelmente morto" após ter sido atingido por um bombardeio dos Estados Unidos, informaram nesta quarta-feira fontes do Pentágono.

Os bombardeios, realizados na última sexta-feira (27), tinham como objetivo Abdullahi Haji Daud, relatou em um comunicado o porta-voz do Pentágono, Peter Cook, e pretendiam "perturbar os projetos de ataques a curto prazo" e salvar "inúmeras vidas inocentes".

O porta-voz não se pronunciou sobre o destino do chefe shebab, mas uma autoridade americana disse à AFP que estava "provavelmente morto".

Os shebab, vinculados a Al-Qaeda, reivindicaram nesta quarta um ataque com carro-bomba contra o hotel Ambassador em Mogadíscio, que deixou um número ainda incerto de vítimas.

Depois da explosão ocorreram combates com armas de fogo, segundo uma fonte da segurança.

Os shebab juraram derrotar o governo central apoiado pela comunidade internacional e muitas vezes lutaram na Somália e nos países vizinhos.

Os Estados Unidos realizam regularmente ataques aéreos contra os shebab, muitos deles com "drones" (veículo aéreo não-tripulado).

Segundo o porta-voz do Pentágono, Abdullahi Haji Daud era um dos "principais chefes militares" do Al Shabab, e chefe do Amniyat, o serviço de segurança e inteligência dos shebab.

"Ele tem sido o principal coordenador dos ataques dos shebab na Somália, Quênia e Uganda", disse.

O ataque foi realizado no centro-sul da Somália.

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