Mais de 3.000 imigrantes morreram no Mediterrâneo em 2016

Mais de 3.000 migrantes e refugiados morreram no Mediterrâneo desde o início do ano, do total de 250.000 pessoas que fizeram a travessia, anunciou nesta terça-feira a Organização Internacional para as Migrações (OIM).

"A descoberta de 39 corpos na costa Líbia nesta semana eleva o número de vítimas a ao menos 3.034", afirmou a OIM em um comunicado, lembrando que este número é muito mais elevado que as 1.917 mortes registradas nos sete primeiros meses de 2015.

Por sua vez, a quantidade de chegadas é apenas "levemente" maior que no mesmo período do ano anterior, indicou a OIM.

O número maior de mortos e desaparecidos é explicado pela quantidade excepcional de migrantes registrados no fim de maio, com 1.000 em poucos dias.

Durante este período, os naufrágios envolveram embarcações maiores do que de costume, com centenas de pessoas a bordo, indicou a OIM.

A travessia para a Itália continua sendo a mais perigosa, com 2.606 mortos desde o início do ano e 88.350 migrantes registrados.

No mesmo período, 160.000 migrantes chegaram à Grécia e 383 morreram na tentativa.

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