Radical de direita é declarado culpado por morte de deputada britânica

Em Londres

  • Daniel Leal-Olivas/AFP Photo

O britânico radical de direita que matou a deputada trabalhista e europeísta Jo Cox em junho, em plena campanha do referendo sobre a saída do Reino Unido da União Europeia, foi declarado culpado por assassinato.

Thomas Mair, de 53 anos, matou Cox numa rua de Birstall, norte da Inglaterra, atirando contra ela e também esfaqueando-a aos gritos de "Grã-Bretanha, primeiro!", em um ato de "brutalidade e covardia gratuita", segundo a justiça.

O assassino condenado, que tinha em casa muita propaganda nazista, atuou por razões ideológicas, determinou o tribunal.

"Mair não explicou seu ato, mas a promotoria demonstrou que, movido pelo ódio, seu crime premeditado é um ato de terrorismo destinado a realçar sua ideologia", afirmou Sue Hemming, do Ministério Público, em um comunicado.

Mair se declarou inocente, mas renunciou a sua defesa.

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