Investigadores britânicos vão à Colômbia para analisar causas do acidente

Londres, 29 Nov 2016 (AFP) - As autoridades britânicas anunciaram nesta terça-feira o envio à Colômbia de três investigadores à cena do acidente de avião da companhia boliviana Lamia, fabricado pela British Aerospace, que levava a delegação da Chapecoense.

Os investigadores, enviados a pedido das autoridades colombianas, são esperados nesta quarta-feira em Medellin e "serão acompanhados por representantes do fabricante britânico", o grupo BAE Systems (ex-British Aerospace), explicou a AAIB (Air Accident Investigation Branch), que depende do governo britânico.

Questionada pela AFP, o grupo BAE não quis fazer fazer um comentário oficial.

Segundo o site especializado Planespotters, a aeronave tinha 17 anos, tenho voado pela primeira vez em março 1999.

Naquele ano, a aeronave foi vendida pela empresa britânica à americana Mesaba, que usou o avião até 2007, antes de cedê-lo à irlandesa CityJet. Desde outubro de 2013, pertencia à Lamia, especializada em voos fretados.

A aeronave transportava nove tripulantes e 72 passageiros, incluindo a delegação da Chapecoense. O avião decolara de Santa Cruz de la Sierra (Bolívia), onde fez escala depois de iniciar a viagem no Brasil.

Segundo as autoridades colombianas, sobreviveram ao acidente os jogadores Alan Ruschel, Jacson Ragnar Follmann, Hélio Hermito Zamper Neto, além de dois tripulantes e um jornalista brasileiro.

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