Ano de 2016 deixou quase 7.200 migrantes mortos em todo o mundo

Em Genebra

  • Santi Palacios/AP Photo

Quase 7.200 migrantes e refugiados morreram ou desapareceram desde o início deste ano no mundo, a maioria tentando atravessar o Mediterrâneo, o que representa 20% a mais que em 2015, informou nesta sexta-feira (16) a Organização Internacional para as Migrações (OIM).

De um total de 7.189 mortos ou desaparecidos registrados até quinta-feira, 4.812 morreram ao tentar atravessar o Mediterrâneo para chegar a Itália, Grécia, Chipre ou Espanha, segundo a OIM.

Isso representa uma média de 20 mortes por dia, e o saldo total poderia aumentar até o final do ano em mais 200 ou 300 mortes, estima a organização em um comunicado.

A travessia do Mediterrâneo, utilizada por cerca de 360.000 migrantes até agora este ano, é o caminho mais perigoso em todo o mundo, com mais de 60% de chance de desaparecer.

De acordo com informações recebidas nesta sexta-feira pela OIM, 88 pessoas morreram na sequência do naufrágio de um barco que transportava 114 passageiros ao largo da costa de Zawiya, na Líbia.

Esta informação ainda não pôde ser confirmada com fontes líbias. O número de migrantes mortos também aumentou na fronteira entre o México e os Estados Unidos, na América Central e na América do Sul e na África.

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