Liga árabe denuncia 'desprezo' de Israel pela comunidade internacional
Cairo, 25 Jan 2017 (AFP) - A Liga Árabe (LA) denunciou nesta quarta-feira (25) o "desprezo" de Israel pela comunidade internacional, um dia após o anúncio da construção de novas casas para colonos nos territórios palestinos.
Israel anunciou na terça (24) a construção de 2.500 residências na Cisjordânia ocupada, a decisão mais importante deste tipo em anos, comunicada dois dias depois de ter autorizado a construção de 566 casas de colonos ao leste de Jerusalém.
Esse anúncio "confirma o enfoque do governo israelense, cheio de desprezo e desrespeita a vontade da comunidade internacional", destaca em comunicado o secretário geral da Liga árabe, Ahmed Abul Gheit.
O dirigente árabe acusa Israel de "ter feito fracassar todos os esforços realizados para concretizar uma solução com os dois Estados".
As colônias, ou seja, os assentamentos civis israelenses nos territórios palestinos, são considerados ilegais segundo o direito internacional.
As decisões israelenses refletem a vontade inerente ao Estado hebreu de aproveitar o novo cenário criado após a eleição de Donald Trump, após oito anos de governo Obama na Casa Branca, que, por sua vez, se opunha à tais medidas de colonização.
Israel anunciou na terça (24) a construção de 2.500 residências na Cisjordânia ocupada, a decisão mais importante deste tipo em anos, comunicada dois dias depois de ter autorizado a construção de 566 casas de colonos ao leste de Jerusalém.
Esse anúncio "confirma o enfoque do governo israelense, cheio de desprezo e desrespeita a vontade da comunidade internacional", destaca em comunicado o secretário geral da Liga árabe, Ahmed Abul Gheit.
O dirigente árabe acusa Israel de "ter feito fracassar todos os esforços realizados para concretizar uma solução com os dois Estados".
As colônias, ou seja, os assentamentos civis israelenses nos territórios palestinos, são considerados ilegais segundo o direito internacional.
As decisões israelenses refletem a vontade inerente ao Estado hebreu de aproveitar o novo cenário criado após a eleição de Donald Trump, após oito anos de governo Obama na Casa Branca, que, por sua vez, se opunha à tais medidas de colonização.
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