Chefe militar do Hezbollah na Síria foi morto pelos próprios homens

Jerusalém, 21 Mar 2017 (AFP) - O chefe do Estado-Maior de Israel afirmou nesta terça-feira que o comandante militar na Síria do movimento xiita libanês Hezbollah, Mustafa Badreddine, morreu em mãos de seus próprios homens no ano passado.

"Achamos que seus próprios homens o mataram", afirmou o general Gadi Eisenkot, durante uma conferência de segurança.

O chefe do Estado-Maior israelense, que assegurou basear-se em informação obtida por Israel, não explicou as razões pelas quais os membros do Hezbollah teriam matado seu comandante.

Badreddine, cujo movimento é inimigo jurado de Israel, teria morrido em maio de 2016, perto do aeroporto de Damasco.

Na ocasião, o Hezbollah acusou os "grupos takfiris" de terem bombardeado o lugar, referindo-se aos grupos jihadistas radicais sunitas envolvidos na guerra da Síria.

O movimento xiita, apoiado pelo Irã, combate na Síria junto com as forças governamentais sírias, os rebeldes e os grupos jihadistas.

Badreddine é o mais alto dirigente militar do Hezbollah a ser asssassinado desde Imad Mughniyé em Damasco, em 2008. O movimento xiita acusou Israel de estar por trás do assassinato.

mib-mjs/hc/bc/es/cn

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