EUA: procurador-geral diz ser mentirosa tese de conluio com a Rússia

Washington, 13 Jun 2017 (AFP) - O procurador-geral americano, Jeff Sessions, negou com veemência nesta terça-feira ter feito conluio com a Rússia para influenciar as eleições presidenciais dos EUA, em 2016, a favor de Donald Trump.

"Eu nunca me encontrei ou tive qualquer conversa com russos ou autoridades estrangeiras sobre qualquer tipo de interferência em qualquer campanha ou eleição nos Estados Unidos", disse Sessions ao Comitê de Inteligência do Senado.

"A sugestão de que eu participei de qualquer conluio com o governo russo para afetar este país, ao qual servi com honra por 35 anos, ou para minar a integridade de nosso processo democrático é uma mentira assustadora e detestável".

Com relação ao encontro mantido com o embaixador russo em Washington, durante uma cerimônia em um hotel da capital americana, Sessions disse que não se lembrava.

Sessions é o funcionário de mais alto nível a prestar declarações ante esta comissão a partir da controvérsia sobre um eventual conluio com a Rússia durante a campanha de Donald Trump nas eleições presidenciais do ano passado.

Esta audiência ocorre dias depois do testemunho explosivo do ex-diretor do FBI, James Comey, perante a mesma comissão e que provocou um terremoto político na capital americana.

Nesta audiência, Comey reafirmou que Trump tentou convencê-lo a desviar parte da investigação que conduzia na época no FBI e que se concentrava no general Michael Flynn, ex-assessor de segurança nacional da Casa Branca.

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